If I disappeared tomorrow, would It make people’s lives better?
I WANNA MEET MORE WRITERS, HISTORIANS, POETS, ARCHEOLOGISTS, LITERARY SCHOLARS, HUMANISTS, LINGUISTS, DANCERS, ANTHROPOLOGISTS, OSTEOLOGISTS, CHOREOGRAPHERS, PALEONTOLOGISTS, AND LAW STUDENTS.
“Doença é Adolf Hitler Donald Trump e Jair Messias Bolsonaro. Doença é Benito Mussolini Eduardo Cunha e toda aquela cúpula de salafrários. Doença é o cinza nos muros de São Paulo e João Doria com a sua cara de quem engana sorrindo descaradamente em um programa de TV. Doença é ônibus lotado e gozo no ombro da pessoa ao lado. É a impunidade aos governantes do nosso Estado. Doença é Fome na África. Pastor Waldomiro Santiago. É ser negro e pobre e por isso ser sempre enquadrado nos padrões fracos que inventaram. Doença é encher as meias e cuecas de dinheiro e a reforma da previdência. Doença é querer curar amor.”
— Sobre “Cura Gay”
Ele não
Ele não
porque eleição
não é sinônimo de guarnição.
Ele não
porque democracia
não pode vir junto de misoginia,
nem de homofobia.
Ele não
porque violência
é contra a Constituição.
Ele não
porque seu ódio
é contra o direito à vida.
E se você acha que sim
porque ele é “contra corrupção”
me explica porque
ele e os filhos
aceitam auxílio moradia
mesmo já tendo casa em Brasília.
Agora não é pra rimar,
porque agora é pra conscientizar.
Ele não
porque ele não me representa
nem os 54% da população brasileira, que é negra
ou os 52% que é mulher.
Agora não é pra rimar,
é pra chorar.
Ele não.
Nem hoje, nem nunca.
- Catarina Ayres
I read a quote [by you] that said, “Someone should beat the gay out of their son.”
-Ellen Page interviews Jair Bolsonaro || GAYCATION (ep 2)
São tantos absurdos que é difícil citar

